segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Voto! Voto!

Eleições! Votos! Números, promessas, dúvidas, brigas, discussões, cores, ideais, idéias, dívidas com o povo, propagandas, comícios, showmícios, carreatas, partidários e apartidários, oposição, a favor e contra.
Época de eleições é uma bagunça muito doida. Tudo isso muito organizado, claro. Dias separados para não dar briga ou que sejam em lugares bem distantes.
Em cidade pequena eleição é quase como se o candidato fosse seu melhor amigo. Todos se conhecem. Conhecem a vida e a história de seus candidatos bem de perto. Sabem quantos anos levou para terminar o segundo grau, com quem namorou, com quem casou, quantos filhos teve e algum dia já deve até ter tomado um cafezinho na sua casa. Tem candidato que trabalha na vida pública a mais de vinte anos. Uns começaram ontem e já estão com a “bola toda”.
Uns querem mudanças, outros querem melhorias, outros querem manter tudo como está.
Uns prometem e cumprem, mas como vamos saber? Outros prometem e nem sonham em cumprir.
Votar é uma caixinha de surpresas.
O método de voto no Brasil é o mais eficiente do mundo. Sabemos em horas quem são os eleitos e fraude é quase improvável. Nós brasileiros devíamos exercer nossa cidadania e agradecer a liberdade de poder escolher quem queremos que governe nossa cidade e nosso país. Vivemos em uma democracia. Apesar de alguns desacreditarem. Porém quem está lá em cima, é aquele que nossa vontade escolheu. Votar nulo ou em branco pode ser um erro. Irreparável. Melhor saber que nosso candidato está lá do que outro que nem sabemos quem é.
Aqui na minha cidade é muito engraçado. Tem pessoas que nem entram no mesmo lugar onde estejam ou freqüentem pessoas do outro partido. Acho isso estranho, porém engraçado. Depois tudo volta ao normal. Aqui é muito comum ser apresentado à primeira dama. Aqui freqüentamos os mesmo lugares. Aqui somos todos iguais.
O pior mesmo são os fogos. E todos querendo mostrar a quem pertencem seus votos. Que eu saiba o voto ainda é secreto...
E o meu... Ninguém vai saber nunca!
Beijos.

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