segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Quero muito amor!

“Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rolling Stones
Girava o mundo sempre a cantar as coisas lindas da América
Não era belo, mas mesmo assim havia mil garotas a fim.
Cantava Help and Ticket to ride, oh! Lady Jane and
Yesterday
Cantava viva à liberdade, mas uma carta sem esperar
Da sua guitarra o separou, fora chamado na América.
Stop! Com Rolling Stones, stop! com Beatles songs.
Mandado foi ao Vietnã, lutar com vietcongs.
Tatá-ratatá...

Era um garoto que como eu amava os Beatles e os
Rolling Stones
Girava o mundo, mas acabou, fazendo a guerra do Vietnã
Cabelos longos não usa mais, não toca a sua guitarra e
sim
Um instrumento que sempre dá a mesma nota ra-tá-tá-tá
Não tem amigos, não vê garotas, só gente morta caída
ao chão
Ao seu país não voltará, pois está morto no Vietnã.
Stop! Com Rolling Stones, stop! com Beatles songs
No peito um coração não há, mas duas medalhas sim.

Tatá-ratatá...
Ra-tá-tá-tá tá-tá”(Engenheiros do Hawaii)

Guerra! Guerrra! Gueeerrrrrraaaaa!!!
Vemos muitas pessoas falando dos horrores da guerra.
Digam-me. Qual o sentido de matar outro ser humano?
Qual a graça de você atirar em uma pessoa só porque ela não gosta da sua religião? Ou não gosta da sua cor?
Estamos passando por uma fase bem estranha. As pessoas andam mais agressivas. Bater com o carro em outro, no Rio é um perigo, você pode levar um tiro. Dar uma cortada sem querer pode ser tão ou mais perigoso. Vivemos sob o julgo do medo. Trancados em nossas casas como se fossemos nós os bandidos.
Perigos que andam ao nosso redor o tempo inteiro. Não temos mais paz. Não existe modo seguro. Se temos celular sofremos ameaças de seqüestro. Trabalhar em banco ou lugar que o dinheiro esteja de fácil acesso, lá estamos nós, morrendo de medo. Andar de ônibus não dá, de trem não dá, de carro piorou. Andar na rua depois de uma certa hora, também não é legal. As grandes cidades, nossas metrópoles, estão se tornando um campo de batalha sem nem mesmo ser dito abertamente que estamos vivendo uma guerra civil.
Os ânimos estão acalorados.
Só sei que da mesma forma que distribuímos ódio devíamos fazer em dobro pelo amor. Distribuir amor em quantidades tão grandes que ele seria espalhado pelo mundo. Porque tudo o que eu recebo de bom, eu dou em troca e em dobro.
Vamos distribuir mais amor?
Beijocas.

Sono Parte 2

SONO. Parte 2.Pesquisas revelam dormir pouco faz muita falta para o cérebro.
“Dormir não é apenas uma necessidade de descanso mental e físico: durante o sono ocorrem vários processos metabólicos que, se alterados, podem afetar o equilíbrio de todo o organismo a curto, médio e a longo prazo. Estudos provam que quem dorme menos do que o necessário tem menor vigor físico, envelhece (nem pensar) mais precocemente(perceberam essa palavra?), está mais propenso a infecções, obesidade (credo), hipertensão e ao diabetes .(Só coisas ruins).
Alguns fatos comprovados por pesquisas podem nos dar uma idéia da importância que tem o sono no nosso desempenho físico e mental. Por exemplo, num estudo realizado pela Universidade de Stanford, EUA, indivíduos que não dormiam há 19 horas foram submetidos a testes de atenção. Constatou-se que eles cometeram mais erros do que pessoas com 0,8 g de álcool no sangue - quantidade equivalente a três doses de uísque. Igualmente, tomografias computadorizadas do cérebro de jovens privados de sono, mostram redução da capacidade de planejar e de executar tarefas e na coordenação motora. “Esse processo leva a dificuldades na capacidade de acumular conhecimentos e alterações do humor (agora entendi tudo), comprometendo a criatividade, a atenção, a memória e o equilíbrio.” (Dados tirados de sites da internet).
Eu descobri que o cansaço físico pode me tornar um ser desprezível, inútil, sem vida. Apenas um corpo em movimento. Sem raciocínio, sem emoção.
Estou tão cansada que tenho medo de levantar da cama e descobrir mais uma vez que esse dia não vai rolar, de forma alguma, nem um minutinho se quer uns segundos de descanso.
Meus olhos tem olheiras tão grandes que estou parecendo o Batman. Meu corpo parece uma massa flácida sem músculos. Minhas pernas bambeiam quando ando. Sinto dores em partes onde antes nem desconfiava que existiam. Meu pescoço está mais duro que pedra de diamante. Não me lembro mais da metade das coisas que teria que fazer durante o dia. O fato de dar um recado é pesado, nunca lembro.
Enfim, comprovadamente a falta do sono faz mal. Eu preciso, tenho necessidade, exijo, um tempinho para dormir. Só um pouquinho mesmo. Qualquer cantinho serve.
Por favor, alguém aí tem uma caminha, paaara euuuuuuu dormirrrrrrr? Uaaa. Sinto muito, uaaaa, mas eu vou nessa que se der tempo vou dormir mais um pouquinho.
Durmam meus queridinhos.
Beijinhos e boa noite de sono.

Alegrias Olímpicas!

Cinco aros. Cinco continentes. Milhares de pessoas. Um só coração. As Olimpíadas estão aí. Um evento que une o mundo em um só.
Os Jogos Olímpicos antigos eram um festival religioso e atlético da
Grécia Antiga que se realizava de quatro em quatro anos no santuário de Olímpia em honra de Zeus. A data tradicional atribuída à primeira edição dos Jogos Olímpicos é 776 a.C..
Os Jogos Olímpicos eram os mais importantes
jogos pan-helênicos, tendo sido proibidos pelo imperador cristão Teodósio I em 393 da era atual, por serem uma manifestação do paganismo.
Em
1896, um aristocrata francês, Barão de Coubertin, recuperou os Jogos tentando reavivar o espírito das primeiras Olimpíadas, que passaram a ser realizadas de quatro em quatro anos desde então (como a tradição grega), tendo sido interrompidos apenas durante a Primeira e a Segunda Guerra Mundial.
Inicialmente, os Jogos eram disputados apenas por atletas amadores. Entretanto, no fim do
século XX, a competição foi aberta a atletas profissionais e crianças.
Num exemplo de aproximação e reconciliação entre os povos, de que os Jogos Olímpicos pretendem ser símbolo, a
Coréia do Norte e a Coréia do Sul, participaram nos Jogos de Sydney em 2000 e de Atenas em 2004 desfilaram nas cerimônias sob uma única bandeira e há negociações em estado avançado que as duas participem a partir de 2008 em uma única delegação.(wikipédia)
Os Jogos Olímpicos significam muito mais que competir. Significa a união dos cinco continentes. Mais de 200 países unidos para trazer mais alegria as suas nações. Homens e mulheres lutando para se superarem. Seres humanos batendo recordes nunca antes imaginados. Medalhas. Choros. Risos. Centenas de atletas em um só lugar. Várias línguas, mas um único objetivo. O corpo levado a seus estremos. A mente sempre em alerta. Deuses do Olimpo aplaudindo de pé esses seres tão magníficos e tão dedicados a seus esporte.
Olímpiadas. Mais amor. Não é só o futebol que pára o país. As manifestações atléticas também. Nada como ver os povos de diferentes raças, religiões e ideais políticos juntos, sem guerras, sem conflitos, apenas o desejo de ser o vencedor.
Beijocas nada atléticas.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Devo ser cega!!

Indignação. Ou estou cega.
Alguém já viu produto infantil, tipo fralda, xampu, condicionador, sabonete, para crianças negras? Alguém já viu uma criança negra nessas embalagens? Nem eu. Se existir alguém me fale, por favor. E olha que não quero nenhum produto para alisar, não. Isso não. Eu quero é tratar e deixar os fios negros da minha filhota, mais brilhantes e macios. Mas alguém se lembrou de fazer um xampuzinho específico para cabelos super- cacheados? Não. Só fazem coisinhas para criancinhas no máximo moreninhas.
No século 21 ainda tem a hipocrisia de alguns que inventam cotas, para dizer por aí que preconceito não existe mais. Isso não é verdade. Existem ainda incutidos em alguns o preconceito. Não só o racial, mas também o religioso e outros.
Não quero acreditar que marcas como Johnson e Johnson, O Boticário e outras famosas não tenham pensado na questão das crianças negras. Os cabelinhos “poinhonhóins” da minha pretinha merecem ter cuidados específicos assim como os das criancinhas loirinhas.
Alguém até me falou de uns produtos de filhas de um famoso aí, mas é para alisar. Ela é negra e assim vai ficar até o dia que ela possa decidir por si só. Alisar é para ficar igual branco.
Não estou querendo levantar nenhuma bandeira. Pelo contrário. Só estou fazendo um desabafo.
O meu sonho é de um mundo igual. Nós temos a mesma anatomia e a mesma cor de sangue. As diferenças estão nas nossas cabeças.
Vou ensinar para minha filha que sejam, magros, gordos, altos, baixos, pequenos ou grandes, os seres humanos são iguais. Sentimos fome, medo, frio, dor e amor como qualquer outro.
Devemos respeitar o outro como um ser único, mas um ser individual nas suas idéias, porém um ser-vivo comum. Pela igualdade física e genética.
Bem, acho que mesmo sendo diferentes somos parecidos.
Beijos iguais.

domingo, 3 de agosto de 2008

Casa e Separa.


“Eu pedi numa oração, ao querido São João, que me desse o matrimônio.
São João disse que não, São João disse que não. Isso é lá com Santo Antônio.”
Fiquei pensando esses dias... Meu casamento já dura deliciosos seis anos. Juntos, já temos oito anos. Mas parece que foi ontem.
Legal, não é?
Tem gente por aí que casou ontem e já pensa quando vai ser o divórcio. É sério. Tem gente que bota prazo na relação. Tem uma história muito boa de um conhecido do meu marido que casou em um dia e no outro ninguém sabia onde ele tinha ido. Ficou desaparecido por quase 15 anos. Muito bom. O cara só queria sexo. Deu-se ao trabalho de casar só para isso. Muito doido.
Conheço uma que quase amarrou o namorado para casar. Casou, gastou o dinheiro todo do pai e nove meses depois estava separada.
Outra boa foi de um casal, que conheci. Passaram a faculdade inteira esperando se formarem e depois passarem no concurso da ordem. Casaram e o casamento, depois de dez anos de namoro, durou apenas um ano. Coisa de doido.
Eu quando conheci meu marido já tinha vinte e nove anos. Casamos com um ano de namoro. Ninguém botava fé. Mas estamos aí. Firmes e fortes. Com altos e baixos de uma vida a dois, na verdade agora, a três. Queria dizer que vale a pena conversar com Santo Antônio, até porque com quase trinta eu andava meio desesperada e coloquei o pobre de cabeça para baixo dentro da fonte da casa da mami.






Coitado, trabalhou rápido.
Mas a questão é. Ainda tem mulher por aí desesperada para casar. Antigamente as meninas se casavam com 12 anos com homens mais velhos, e na maioria das vezes escolhidos por seus pais.
Aí a coisa toda mudou. As mulheres se tornaram independentes. Começaram a trabalhar fora e casamento era a última coisa que pensavam. Acredito que os tempos estão mudando outra vez. Vejo a cada dia, mais homens e mulheres querendo formar uma família, casar e ter filhos. Tem, claro, os que ainda não acertaram e ficam tentando. Eu quando casei resolvi que era para sempre. Mas ainda tem as desesperadas. Fico com pena dos santos. Santo Antônio anda tão ocupado que pediu a São João uma mãozinha. Mas cuidado que eles andam cobrando caro. Se quiser casar, eles só ajudam uma vez, na segunda você está por conta própria.