sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Pendura aí!

O assunto é dívida.
Aqui na minha cidade as pessoas têm a péssima mania de fazer conta.
É conta no açougue, na mercearia, na farmácia, no mercado, na lojinha de presentes, na padaria...
Em cidade pequena é assim. Os vendedores, que na maior parte são os próprios donos, eles oferecem para você fazer conta. Vem com aquele papo: “Pode levar, depois você paga.”
Aí vocês já sabem o que acontece... A fulana que naquele momento não tem dinheiro acha que depois vai ter e deixa na conta. Até aí pode ser, se ela voltar para pagar essa dívida. Pior é que não acontece assim. Isso vira um mau hábito. Vai a outra loja e faz a mesma cara... Vem o dono fica com pena e oferece. Outra dívida. E assim a fulana vai levando a vida.
Isso acaba virando uma bola de neve. Quando vê já está devendo para a cidade toda.
Tem uns caras-de-pau. São os que fazem a maior pose e no fundo tem conta na cidade inteira. Devem até a alma e pagam tudo para os colegas, mas tudo que compram deixam “pendurado”. Devem ao banco e ainda acham que o banco tem obrigação de ficar “bancando” suas dívidas.
A culpa é do povo que mora na cidade pequena. Conhecem todos, sabem onde moram, com quem andam, aonde vão. Gente de cidade pequena conhece todo mundo.
O problema mesmo é achar que pode ficar devendo a todo mundo. Não sabemos o dia de amanhã.
Economia tinha que ser ensinada na escola. Não dever a ninguém. Juntar para poder comprar à vista o que quer.
Porém, 98% da população deve a alguém. Eu sempre digo que só compro o que posso pagar. Se não posso comprar, espero até ter o dinheiro necessário.
E vou levando a vida assim. Pelo menos eu consigo dormir tranqüila.
Beijocas.

Paciência!

A importância da convivência paciente.
Conforme conhecemos o outro ser humano vemos que todos somos passíveis de erros e acertos.
Morar com outra pessoa é um desafio para poucos.
Temos manias que só cada um de nós sabe lidar com elas. Somos criados de maneiras diferentes. Querer que o outro seja igual a você ou vice-versa é muito difícil. Não devemos tentar ser iguais, no máximo parecidos e tornar a convivência agradável.
O problema é que quando acostumamos e nos tornamos íntimos... Aí o “bicho pega”.
É muito bom quando as arestas são aparadas e levamos tudo na brincadeira. Conhecer o companheiro, o amigo, o parceiro, ao ponto de saber seus pensamentos é muito bom. Melhor ainda quando podemos jogar com isso.
Tem amigos que a gente sabe como alegrar, mas também tem aqueles que a gente sabe como irritar. E não tem jeito, o melhor é pegar no pé.
O conhecimento é muito perigoso. Quem tem conhecimento tem o poder. O poder é perigoso. Dizem que o poder está nas mãos daqueles que sabem e talvez seja também sua perdição. Utilizar o que conhecemos para amar ou para destruir é perigoso. Devemos guardar segredos e nunca se utilizar de nossos conhecimentos contra nossos amigos. Assim criamos momentos e histórias que um dia iremos contar aos nossos filhos.
Somos um poço de histórias para compartilhar. E devemos compartilhar com quem está ao nosso lado.
Conhecer bem nossos amigos torna a convivência muito mais agradável e serena. Saber que com aquela pessoa você pode compartilhar sentimentos e palavras que só ele pode ouvir é gostoso. Ter intimidade sem ultrapassar os limites.
Conhecer o amigo é saudável. Respeitar o amigo é muito importante. Seus limites, suas manias, seus defeitos.
Amigos vocês são um show literalmente.
Au, au, au, io, io,
Miau, miau, miau, cocorocó.
Beijos.

Ó duvida cruel!

Já comecei. Já desisti. Comecei de novo. E já parei. Recomecei e enfim parei. Estou retomando e talvez termine o que comecei. Não vou passar daqui se não continuar até o fim. Então vou finalmente começar e terminar o que resolvi que vou fazer.
Por vários momentos da nossa vida começamos e não terminamos o que estamos fazendo.
A aula de balé, a ginástica, a dieta, o curso de inglês, a aula de crochê, o bordado, a leitura daquele livro...
Acredito que como queremos estar em todos os lugares e fazer de tudo ao mesmo tempo isso nos cause um pouco de confusão mental.
A minha adolescência inteira comecei a fazer várias coisas que deixei pela metade. As mães devem ficar loucas. Pagam os cursos, aulas, compram material e lá vai o filho, largar aquele curso, que ele sempre sonhou em fazer, pela metade.
Falei adolescente, por ser nessa época que as escolhas e dúvidas começam a aparecer.
Adolescente é assim mesmo. Eles têm muitas dúvidas. Começam aquela atividade que é tão importante, que se não estivessem fazendo, estariam mortos, porém logo-logo cansam.
Eu era assim. Com a diferença que eu avisava antes para meus pais que talvez aquilo não me agradasse muito.
E a vida vai assim. Começar e terminar. Ando fazendo várias coisas ao mesmo tempo e às vezes fico querendo começar, mas tenho medo de não terminar. Dessa vez vou até o fim.
Ei, olha ele aí.
Fim.
Beijocas

Coelhinho da Páscoa não existe!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Francamente. O que leva uma pessoa aparentemente sã, acreditar em tudo o que ouve ou lê?
Já perceberam a quantidade de emails que são enviados diariamente pelo mundo todo, contando uma história triste para que você tenha pena de um doente, que geralmente é uma criança em uma foto horrivelmente deformada com uma doença raríssima que só acontece em uma a cada dois trilhões de pessoas e que você tem que ajudar por que senão essa criança vai morrem sem sua ajuda e blá, blá, blá, blá...
E as correntes? Essas então eu quebro mesmo. Não me mandem correntes. Eu faço esse pedido todas às vezes. Mas alguém me ouve? Claro que não. Pior é que sempre tem uma ameaça no final. Tipo assim: “Se você não enviar nos próximos três segundos após ler essa mensagem, terá tanto azar que todos os males do mundo cairão sobre você!”. Eu até consigo ouvir a risada maléfica do fim. Hauhahuahuahuahuha. As promessas de benefícios é que são “marará”: “Se enviar para uma pessoa você vai ser feliz hoje. Se enviar para mais de trinta em três minutos vai ter uma surpresa em trinta anos. Se enviar para mais de cinqüenta vai ter uma ótima surpresa em cinqüenta dias. De onde é que esses doidos tiram isso?
E os emails religiosos? Esses deviam ser proibidos. Tem tanta da religião por aí que é quase como uma lavagem cerebral. Mandam coisas de todas as religiões e nem sabem qual a crença que você possui. Fala sério. E o mais legal é o sentimento de culpa que eles colocam na sua cabeça: “Emails de piadas você lê, mas os que falam de Deus você apaga. Ele está vendo!” Fico me sentindo culpada e depois uma idiota. Lá Deus fica vendo meus emails? O cara lá de cima tem mais o que fazer. Dá um tempo. Se eu quiser rezar vou à missa.
Outro ótimo é o email dos golpes. Se eu ficar imaginando todos os golpes que tem na minha caixa de emails é melhor eu não sair de casa. Aliás, é melhor ninguém sair, nem atender ao telefone, nem desligar o celular, não andar de carro, nem de trem, nem a pé, nem de ônibus, não ir ao mercado, não ir ao banco, não fazer fichas, não falar com ninguém que não seja seu parente, verificar os antecedentes do seu novo namorado, enfim a morte é o caminho mais seguro.
Tenho email para receber piadas sim. E para me comunicar com o mundo lá fora. Emails de desgraça eu não leio. Faço questão de apagar. Já tem muita desgraça por aí. Correntes, vou quebrar. Pessoas que precisam de ajuda, não vão receber nadica de nada de mim, religiosos eu até leio alguns, mas nem tanto. Já sei o Pai Nosso em todos os sentidos.
Chega de emails chatos. E ainda tem gente por aí que acredita em tudo o que lê.
Tem é muita gente criativa.
Beijocas.

Faz Tudo

Tem gente que faz de tudo.
Costura, cozinha, faz artesanato, prega, corta, faz massa, encanamento, cabelo, barba e bigode. Tem gente assim prendada. Eu já não posso falar o mesmo de mim.
É impressionante a quantidade de coisas que um único ser pode aprender. A minha mãe é um exemplo de pessoa que sabe fazer de tudo um pouco e na maioria das vezes faz bem feito.
Eu digo que meu intelecto só funciona para coisas mais literárias. Leio, escrevo, leio, escrevo, mas não me coloca para fazer nada que tenha que dar lacinhos minúsculos, desenhar, pintar, que com certeza vai sair de tudo, menos o objetivo.
Antigamente a mulher era “preparada” para as “prendas domésticas”. Digamos assim, além de ter que saber cozinhar, passar, lavar, cuidar dos filhos, ela ainda tinha que saber costurar (cozer para a época), bordar, tricotar, pintar, etc.
Credo! “Tá amarrado”.
Eu muito mal cozinho quanto mais bordar. Na verdade eu nem sei o que seria de mim se tudo isso já não viesse pronto e se a máquina de lavar não existisse, eu estava era arrumada.
Não sei fazer nenhum trabalho manual e não pretendo aprender. Nem é preguiça. É falta de talento mesmo para a coisa. E olha que como eu disse, minha mãe faz tudo. Só não faz dinheiro.
Eu não aprendi a fazer nada disso. Até gostaria de pintar um quadro. Mas para quê vou me esforçar? Legal é a avó fazer essas coisas para os netos.
Então quem sabe quando eu chegar lá... Encontre quem faça para os meus netos?
Beijinhos.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Ainda meus amigos!

Quando criei essa coluna o meu intuito era escrever sobre amizades, amigos e qualquer coisa em comum. Aí a coisa foi aumentando de tal forma que comecei a falar sobre cotidiano, revoltas, comunidade, maluquices e afins. Porém a amizade vai ser sempre o meu foco principal.
Não há nada como descobrir amigos em pessoas que você nem desconfia. Fico pensando em silêncio o que foi que fiz de bom para merecer essa ou aquela amizade. Será que foi um sorriso, uma boa ação, um olhar, uma palavra, sei lá. Bom, seja lá o que for funcionou.
O “barato” é saber realmente, que o verdadeiro amigo, aquele com quem você pode contar, não é aquele que te chama para a festa, mas aquele que te atende nas horas de dores e doenças.
Cativar um novo amigo pode não ser fácil, mas às vezes fazemos isso sem querer. Sabe esses dias que saímos de casa no maior alto astral? Está aí um bom dia para conquistar novas amizades. Vai ver nesse dia aquela pessoa que futuramente pode te salvar está entre aqueles para quem você sorriu.
Outro dia descobri que apenas o fato de atuar como galinha em uma peça infantil, fez com que eu arrumasse mais um monte de amigos. Esses pais que viram um sorriso no rosto de seus filhos tão e somente por causa de alguns cocorós, se tornaram amigos meus, mesmo sem eu ter feito alguma força. O que torna meu trabalho mais gratificante.
Um sorriso vale mais que mil palavras. Talvez ouvir a gargalhada de uma criança seja meu maior presente. E pais agradecidos se tornam amigos da gente.
Legal essa relação, não é?
Amigos a gente ganha, conquista, não se compra um amigo.
Beijocas meus amigos.

Mêda!!!!!!!!!!

Qual é o limite da vergonha? E do medo?
Eu espero de mim o mínimo. Ter medo e vergonha estão quase interligados. Se você tem vergonha, conseqüentemente tem medo, porém nem sempre ter medo significa ter vergonha.
Eu sou sem vergonha. Estou falando de não ter vergonha mesmo, não pensem vocês, suas mentezinhas poluídas, em outros termos. Respeitem-me, por favor.
Como estava dizendo... Não tenho vergonha de nada ou quase nada, mas medo... Não tenho vergonha de subir no palco e falar, pedir alguma coisa a outra pessoa, um desconhecido, digamos: “Qual o seu nome? E seu telefone?” Desconhecido gato.
Falo isso por que tem gente que nem isso fala. Faço de tudo para não ter vergonha de nada. Me visto do jeito que quero e não dou a mínima para o que vão achar de mim, me penteio também do modo que me der na “telha”, uso meus sapatos quando e como me convier e não dou a menor “bola” para os invejosos. Invejosos sim. Quem não tem coragem e critica, é um invejoso.
Agora vamos falar do medo. Tem gente que tem medo de tudo. Medo de galinha (pode ser), peixe (esse eu não entendi, mas OK), barata (essa é natural), cachorro, gato, escuro (comuns), noite, altura, velocidade (tem histórico). Tem gente com medo de coisas que a gente nem desconfia. O costume é achar que a s crianças são as mais medrosas. Pelo contrário. Acho que as crianças são as mais valentes, elas não conhecem o perigo, não possuem a maldade do adulto. Criança corre, pula, se joga de cabeça, adulto é que fica todo zeloso.
O pior é o adulto medroso. Ter medo de tudo quando se é adulto torna a vida menos divertida. Digam-me por que um adulto teria medo do escuro? Só se tem algum trauma. Porque ter medo de barata se você é pelo menos 1000 vezes maior que a coitada (pisa nela e acaba logo com isso).
Medo estraga a vida. Eu tenho medo de muitas coisas. Medo de altura é o meu pior, mas tento não atrapalhar a minha vida com isso. Mas vergonha... Vergonha é roubar e entalar na janela, na chaminé. Sei lá.
Eu não tenho vergonha, mas tenho medo. E você tem medo de que?
Beijocas.

Tic, tic, nervoso!

Cacoete, mania, tic, TOC. Tem gente com cada mania... Piscar, morder a boca, mexer algum membro, esfregar a ponta do nariz, repetir incessantemente uma mesma palavra ou apenas uma letra, andar só na linha, não pisar em linhas, verificar a luz várias vezes, abrir e fechar portas, não usar nada que ateie fogo, enfim tem é muita coisa que um ser humano em seu estado mais deplorável de stress pode alcançar. Existem os fatores patológicos, mas estamos focando no estado emocional.Tem gente que leva numa boa, na maior tranqüilidade. A vida vai passando e parece que nada muda na vida do sujeito. O Mundo desaba, as guerras explodem, pessoas caem aos montes ao seu lado, mas “ta lá” o sujeito, se rindo, feliz. Me explica. Como é possível?Eu, meu marido e mais umas dez pessoas que conheço estão com os nervos à flor da pele. Tem gente que trava os dentes na hora de dormir, eu já quebrei a ponta de dois. Insônia, fome, cigarro, bebidas, mais traumas do stress. A vida anda tão corrida que não sobra tempo para o relax. Sabe como é... Passar o dia inteirinho embrenhado na cama, debaixo de um edredom gostoso, com seu amor, sem ninguém por perto, nem ruídos, só o som de pássaros. Não dá, estou trabalhando justamente quando meu amor descansa. Com filha em casa... “Vixe”, piorou!Já quero bater a cabeça na parede, roer o assoalho, morder os cães, gritar. “Tô estressada pôxa!”Estou cansada de trabalhar e ganhar uma merreca, não que meu trabalho não seja gratificante, pelo contrário é ótimo, mas um “qualquer” de vez em quando cai muito bem. Vocês sabem, o faz-me rir, aqué, bufunfa, Money, dinheiro. Já que tenho que ficar longe da família que pelo menos eu seja paga para isso. Mas no meu ramo de trabalho só ralando muito mesmo antes de ver a cor do danado.Estão entendendo porque tanto stress? E vocês acham que só eu que estou assim? Olhe em volta. Tirando aqueles dois chatos que não mexem nem um músculo por causa do stress os outros oito estão prestes a ganhar uma camisa de força.Socorro! Estou cheia de manias e fazendo cada coisa... Prometo em algum momento contar umas coisas doidas que já fiz. Hehehe.É isso por enquanto.Beijocas.

Querer não é poder!


É infalível... Emprestar livro e cd, não tem volta. Tem coisas que a gente empresta e sabe que não vai ver nunca mais. Porque será que isso acontece? Tem outras coisas que a gente empresta e logo está de volta em suas mãos.
Outra coisa que não deve ser emprestado, que é fato que não vai voltar, são aquelas vasilhinhas de “Tappeware” (nem sei se escreve assim). Se voltar pode ser que venha com a tampa trocada, ou pior pode vir a tampa e não a vasilha. Essas coisas deviam ser pedidas para serem dadas logo. Assim não haveria qualquer constrangimento.
Agora fico pensando no seguinte... É muita cara-de-pau desse povo que pede coisas como carro, dinheiro, roupa de festa, daqui a pouco vão pedir seu parceiro(a) como acompanhante.
Eu sou dessas que não liga muito para emprestar certas coisas, mas gostaria que me devolvessem. E em tempo Record. Quando pego alguma coisa emprestada, fico neurótica para devolver logo. Devolvo e se der ainda devolvo melhor que quando peguei.
Não estou dizendo para não emprestar. Emprestar pode! O que não pode é ficar com o empréstimo.
O pior são aqueles parentes que acham que você é rico e te pedem dinheiro. Assim, como se você fosse o caixa eletrônico mais próximo. Devolver... Só no dia de São Nunca. E ainda são capazes de falar mal de você. As desculpas são variadas. Desde matar um de seus próprios parentes até uma doença muito grave, incapacitando-o de trabalhar honestamente.
Eu sou a favor da verdade. Se me pedem algo emprestado que não quero emprestar falo a verdade: “Não”. Nem me dou ao trabalho de ficar inventado desculpas, digo que não e pronto.
É isso. Não peçam nada maluco. Não vou emprestar.
Beijocas.

Aplausos!!!

Hoje faço questão de falar de um assunto, que certeza, entendo.
Arte. Posso afirmar agora, que essa não vai ser a primeira e única vez e nem a última que vou falar sobre o assunto, até porque arte é aquele tipo de conversa que dura uma eternidade.
Começa assim. Antes de Cristo já existiam as artes rupestres. Desenhos feitos pelos homens das cavernas nas paredes. Desenhos que representavam suas vidas. Os animais, sua gente e suas atividades. E por aí vai. Isso foi só par ilustrar como arte é uma coisa antiga com muito “pano pra manga”.
Mas vou falar de outra arte também tão antiga, o TEATRO. Lá na Grécia antiga eles apresentavam peças para contar partes da história. Hoje o teatro é muito mais abrangente.
Eu faço teatro e amo quando estou no palco. Quando subo na ribalta já não sou mais Paula, sou a personagem, sou o espírito que serve a estória contada em cima de um tablado.
É tão gostoso que todos os meus problemas eu largo do lado de fora e vivo intensamente aquele momento. Sentir o calor das luzes no meu rosto, o prazer do mistério que vai ser revelado para o público, o colorido das roupas, os aplausos e principalmente os risos das crianças. É nesse momento que constatamos que nosso dever foi cumprido. Sem nada mais para ser feito agradecemos humildemente aqueles que por alguns minutos viveram com a gente, artistas, o momento da magia.
Teatro inversamente da televisão, onde o texto pode ser repetido várias vezes se for errado, no palco isso não existe, no palco a verdade tem que ser transmitida sem erros, sem medo, sem tempo para pensar no óbvio. No teatro é assim. Aventura e prazer.
Momentos de emoção. Momentos de satisfação. Muito trabalho existe, mas o público... Ah, esse é nosso termômetro e é nele que devemos confiar.
Para vocês amigos, só desejo que não percam uma oportunidade de ver o teatro e seus mágicos artistas.
Beijos e aplausos para vocês meu público.