“Ando meio desligado
Eu nem sinto meus pés no chão
Olho e não vejo nada
Eu só penso se você me quer
Eu nem vejo a hora de lhe dizer
Aquilo tudo que eu decorei
E depois o beijo que eu já sonhei
Você vai sentir, mas...
Por favor, não leve a mal
Eu só quero que você me queira
Não leve a mal”
-Mutantes-
Que eu saiba não nascemos sabendo.
O que sabemos hoje devemos há alguém. Devemos a nossos pais e aos nossos professores.
Aquilo que aprendemos durante a nossa vida veio de algum lugar. Os ensinamentos passam de geração para geração. Minha mãe sempre me dizia que o conhecimento não deve ser guardado e sim passado. Por isso, tudo o que aprendo tem que ter alguma utilidade. Só que para que eu aprendesse alguém precisou aprender para me ensinar.
Quem lembra daquele professor que conseguiu tornar a aula um prazer enorme? Você conseguia aprender com tanta facilidade que as respostas apareciam como milagre na sua frente. E durante toda a nossa vida é assim, aprender para ensinar. Nossa educação vem de gerações anteriores a nossa. Pena, que de uns tempos para cá alguns tenham se esquecido.
Estou falando sobre esse assunto para homenagear alguns de meus magníficos instrutores.
Minha professora do ensino fundamental, Tia Dulce, a excelente professora de matemática da 4ª série, Maria, o magnífico professor de português e literatura, devo a ele parte do meu talento, não me lembro o nome dele porém, era minha melhor aula. E tantos outros que passaram pela minha vida.
Não posso deixar de mencionar a minha primeira professora, mãe substituta e amiga, a Tia Solange.
O que quero mesmo é falar de uma das melhores professoras de teatro que tive. Não que os outros não tenham seu valor, tem sim. Só que eles não criaram uma atriz, eles apenas aproveitaram aqueles que já tinham algum talento. Ao contrário da minha homenageada.
Essa é uma mulher que sabe o que quer. Ela me ensinou a ser a atriz que sou. Mostrou que é lendo muito, vendo peças, estudando e vendo o mundo que nos cerca que aprendemos a ser atores. O nome dela? Alice, assim como no País das Maravilhas. Essa música é a nossa música.
Aprendi com você a me valorizar e não ter medo de arriscar.
Obrigada.
Muitos beijos.
Eu nem sinto meus pés no chão
Olho e não vejo nada
Eu só penso se você me quer
Eu nem vejo a hora de lhe dizer
Aquilo tudo que eu decorei
E depois o beijo que eu já sonhei
Você vai sentir, mas...
Por favor, não leve a mal
Eu só quero que você me queira
Não leve a mal”
-Mutantes-
Que eu saiba não nascemos sabendo.
O que sabemos hoje devemos há alguém. Devemos a nossos pais e aos nossos professores.
Aquilo que aprendemos durante a nossa vida veio de algum lugar. Os ensinamentos passam de geração para geração. Minha mãe sempre me dizia que o conhecimento não deve ser guardado e sim passado. Por isso, tudo o que aprendo tem que ter alguma utilidade. Só que para que eu aprendesse alguém precisou aprender para me ensinar.
Quem lembra daquele professor que conseguiu tornar a aula um prazer enorme? Você conseguia aprender com tanta facilidade que as respostas apareciam como milagre na sua frente. E durante toda a nossa vida é assim, aprender para ensinar. Nossa educação vem de gerações anteriores a nossa. Pena, que de uns tempos para cá alguns tenham se esquecido.
Estou falando sobre esse assunto para homenagear alguns de meus magníficos instrutores.
Minha professora do ensino fundamental, Tia Dulce, a excelente professora de matemática da 4ª série, Maria, o magnífico professor de português e literatura, devo a ele parte do meu talento, não me lembro o nome dele porém, era minha melhor aula. E tantos outros que passaram pela minha vida.
Não posso deixar de mencionar a minha primeira professora, mãe substituta e amiga, a Tia Solange.
O que quero mesmo é falar de uma das melhores professoras de teatro que tive. Não que os outros não tenham seu valor, tem sim. Só que eles não criaram uma atriz, eles apenas aproveitaram aqueles que já tinham algum talento. Ao contrário da minha homenageada.
Essa é uma mulher que sabe o que quer. Ela me ensinou a ser a atriz que sou. Mostrou que é lendo muito, vendo peças, estudando e vendo o mundo que nos cerca que aprendemos a ser atores. O nome dela? Alice, assim como no País das Maravilhas. Essa música é a nossa música.
Aprendi com você a me valorizar e não ter medo de arriscar.
Obrigada.
Muitos beijos.






















