sexta-feira, 20 de junho de 2008

Belo momento!




Essa vai para uma amiga que está passando pelo mais belo, dos belos momentos da vida. Ser mãe.
Uma coisa eu aprendi com a minha, deve ser o momento mais feliz daquela mulher que quer realmente ser mãe, porque a minha é só me ver, que ri de orelha a orelha, tamanha é a felicidade dela. Bonito isso, não é?
Tenho visto por aí mães que gostam mesmo, mesmo, mesmo (estou frizando porque tem umas que tiveram filhos e só gostam porque agora já era, foi). Mães tinham que ganhar prêmios todo fim de semana, não só no dia das mães. Elas são tão dedicadas e amorosas que chegam a sufocar a gente. Sabe aquelas mães que vêem um sujinho no seu rosto, passam a língua nos dedos e metem na sua cara para limpar? OK. Mãe é mãe. Mas quando você já tem quase quarenta... É demais. Dizem que para essas mães o filho nunca cresce. Será? Ou será que eu nunca vou crescer porque não posso ter filhos? Aí minha mamãe querida me compensa com o amor que seria dos netos. Adotar é complicado vocês nem queiram saber... Ui. Mas eu amo quando minha mãe está por perto. Colinho, chamego, até meus peripaques passam, é uma maravilha, fico boa loguinho.
Ser mãe não é padecer no paraíso, ser mãe é divino, é coisa de DEUS.
Essa minha amiga desejou muito isso para ela e tenho certeza que ela vai ser bobona assim. Eu vou ser a tia velha caduca que não tem filhos e vai ter que adotar os sobrinhos como seus e amá-los como tal.
Não tem importância. Eu só quero dizer a essas mães de primeira viagem que curtam muito esse momento, porque a gente cresce e a inocência acaba.
Amiga tem que ser além de tudo tia.
Beijos.

Fila e educação andam juntas!


Ando desconfiada que brasileiro gosta de fila, só para poder furá-la. Não sei, não. Mas estou achando que é uma tradição. Não sei bem...
Talvez entrar em fila dê algum prazer. Sei lá.
Mas a aventura maior é você estar em uma fila e ser passado para trás por outra ou outras pessoas. O que mais me intriga é porque tem gente que acha que pode se dar bem sempre e não pensa nos outros.
No outro dia eu estava comprando um celular em uma loja de um grande shopping de Niterói, então daí já dá para saber que tinha gente até o teto na loja. Só para dar um exemplo, nesse dia fiquei na loja duas horas e quarenta. Bem, no final do atendimento quando temos que nos dirigir a outro caixa para o pagamento e liberação da linha, uns dois engraçadinhos resolveram que podiam passar a frente e pedir uma informação, nesse período já foram 15 minutos quando chegou a minha vez mais uma senhora resolveu que podia fazer o mesmo: “Querida eu posso só fazer uma perguntinha?” E eu muito delicadamente respondi: “NÃO!” e ela insistiu e eu mais uma vez, agora um pouco mais delicada, repeti: “Nãããoooooo! Eu também quero uma informação e estou na fila. A senhora devia fazer o mesmo. Não acha?”. Ainda não entendi porque ela ficou tão chateada.
E isso é pouco. Como eu vejo espertinhos passando a frente em dia de banco cheio.
Ixi! Afe, Maria! Mais é muito. Ô povo mais sem educação! Não falo de um lugar específico falo é dos maus educados em geral.
O pior mesmo aconteceu em um hospital. Uma amiga minha me falou que foi para um hospital público para consulta de emergência pois não se sentia bem já há dois dias. Chegando lá fez a ficha e viu que tinha mais cinco pessoas na sua frente e como já estava lá, esperou como todos a sua vez. Uma sétima pessoa chegou, fez a ficha e na primeira oportunidade falou com uma das enfermeiras e passou a frente. Pera lá! Somos todos iguais ou tem alguém melhor? Minha amiga foi reclamar, pois dava para perceber que era um caso como os dos outros. Não era nem uma criança e nem ninguém a beira da morte, se fosse porque não foi direto para a emergência? Como se classificam pessoas doentes e carentes? Pela amizade? Pelo conhecimento? Até porque a desculpa da enfermeira foi esdrúxula. “Esta senhora está com febre.” Ué? E as outras pessoas tinham ou não febre? Como ela sabia se não tinha alguém em pior estado? Ela monitorou mais alguém? Não. Mas mesmo sem ter certeza do estado geral dos outros pacientes ela furou a fila.
Minha amiga foi embora revoltada. Não por ela, mas pelas pessoas que estavam lá. Mesmo sem ser atendida ela chorou, chorou de raiva pelo descaso com as pessoas mais carentes. Essa minha amiga pode pagar médico particular, mas e quem não pode?
Vamos colocar dessa maneira: “Fila é para ser respeitada, só vale perguntar se é a fila certa!”
Bom, então estamos combinados, não é?
Beijocas.

EU TE AMO HOJE!

Eu Te Amo!
Ei, você aí! Já disse eu te amo hoje?
Dizer eu te amo tem se tornado cada vez mais difícil. Já era complicado antes, agora é quase impossível.
Dizer eu te amo parece que assusta. Talvez seja uma coisa grande demais para o ser humano aceitar sem medo. No fundo existe sempre um questionário:
“Ele me ama por quê?
Será que me ama mesmo?
Ou será que ele está dizendo isso só para ganhar outra coisa?
Será que tenho que responder a mesma coisa?
Será? Será? Será?
Será que devo falar?
O que será que ele vai pensar de mim?
Será que ele vai achar que quero casar?
Será que vai achar que quero fazer alguma coisa?
Será que sou estranha? Ou uma boba apaixonada?”
Não devia ser tão difícil dizer eu te amo.
É um sentimento tão bom. Nós não só amamos os parceiros, mas amamos também nossos familiares e amigos. Alguém já chegou para um amigo e disse de verdade um bom EU TE AMO? Ou foi mais um daqueles, também te amo?
O que vale é o de verdade. Acordar e falar para a mãe, para o pai ou para aquela pessoa que você sabe que realmente te ama e que nunca cobrou nada. Pode ser a avó, a tia ou o tio, pode ser a madrasta ou o padrasto, pode ser até mesmo um vizinho. Mas eles já ouviram de você um Eu te amo? Um obrigado sincero? Não? E se fosse ao contrário?
Já disse eu te amo para o seu companheiro hoje? Será que pode ser isso que está faltando? Às vezes uma palavra basta para fazer o dia dessas pessoas mais feliz. Já pensaram no porque de tanto medo? Tanto pudor? Não existe explicação. É tão simples e tão comum. Vamos lá comigo, repitam tudo o que eu disser: “Eu te amo... E não terei mais medo... Nem vergonha... Nem nada me fará... Parar de dizer... EU TE AMO!”
Viu como foi simples?
Amar demais nunca foi crime. Vamos amar nossos amigos, nossa família, nossos companheiros. Mas principalmente contar a eles. Só basta lembrar que um eu te amo em vão também pode magoar. Diga com o coração.
EU TE AMO!
Beijos eu amo vocês.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Juninos!


Festa junina! Que delícia!
Danças, fogos, muitas comidinhas e bebidinhas típicas. Festa na roça é assim.
Eu que estou já estou há alguns anos morando afastada dos grandes centros metropolitanos sinto bem de perto a diferença entre uma festa no interior e uma na cidade grande.
Aqui na minha cidade (porque elegi Carmo como minha, gostem ou não) a festa é na rua, livre para quem quiser entrar. Barracas organizadas pelas escolas, danças, quadrilha das crianças, concursos. Gente da nossa cidade, cidade de gente feliz, sem violência, sem brigas. Apenas pessoas da mesma cidade que se conhecem só de vista, mas que não perdem a oportunidade de te cumprimentar.
Que coisa boa.
Há quanto tempo não vejo esse tipo de confraternização.
Pena mesmo, eu sinto daqueles que ainda fazem da cultura um comércio e se esquecem que a nossa comunidade depende só dela mesma.
Lembro da minha infância onde nós ensaiávamos quadrilhas para competir com outras de outros colégios. E tinham encontros.
Ah a cidade grande...
O progresso seja bem vindo, porém não traga com ele a violência. A falta de educação, a falta de cordialidade, a falta de união.
Só vejo esse tipo de brincadeira coletiva, nas poucas ruas do Rio que ainda tem velhos moradores que fazem questão de preservar esses sentimentos.
Espero que nossa cidade nunca deixe de fazer a festa junina como realmente ela deve ser. Animada, colorida...
Eu tenho aprendido muito com o povo do interior. Sempre há uma troca. E eu aprendi a viver em comunidade. Todos juntos por uma única causa e nesse caso a Festa Junina, nada mais cultural. Aqui é tão importante, que é feita pela Secretaria de Educação, pois é inserida nas escolas.
Legal né?
Chato que essas tradições estejam acabando. O pouco que vemos, só nos lugares mais distantes dos grandes centros.
As tradições são assim, se não preservamos elas acabam.
Eu quero manter as minhas.
Beijocas.

Saudável Coração!

“Um coração de mel, de melão, de sim e de não...”.
“Meu coração, não sei por que, bate feliz, quando te vê...”
A poderosa máquina que nos conduz e nos move o dia inteirinho por toda a nossa vida e se essa máquina falha... Lá se vão anos de trabalho duro. O coração.
Coração mole, coração duro, grande, pequeno, coração de mãe, de avó, coração apaixonado, amargurado, abatido, coração feliz e amado, coração rasgado, coração ferido, coração determinado.
Essa máquina que move uma máquina mais complexa e bem maior, a máquina das emoções intensas e frágeis. A chave para nossa existência e para a nossa capacidade de sentir.
Dizem por aí que dor de amor não dói. Dói sim. E só quem já sentiu pode dizer. Dói no coração.
A dor da perda, da saudade, da mágoa, da falta que faz alguém.
Essa dor é funda e machuca.
Às vezes um coração machucado morre, encolhe. Morre de amor, morre por falta de amor.
Um coração morto é um ser humano morto. Sem coração o sangue não circula e não leva oxigênio ao cérebro. Um cérebro morto é um corpo sem vida. E a vida meus amores, nada mais é que manter nossa super-máquina em perfeito funcionamento. Cuidar com carinho da nossa máquina é importante. Cuidar de si é importante.
Viver traz dores, mágoas, mas traz amor e muita felicidade. E uma máquina feliz funciona bem que é uma maravilha.
Seja nosso coração novo ou velho, pequeno ou grande, tem que ser bem tratado.
E vamos cuidar do coração de quem amamos. Coração saudável, corpo saudável, mente saudável.
“Men Sana In Corpore Sano.”
Com todo meu coração, para vocês.
Beijocas.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Diferente!



A vida é engraçada mesmo.
Quando menos esperamos, coisas que nem imaginamos acontecem com a gente. Às vezes você está lá no seu cantinho quieta e vem um terremoto de coisas caindo sobre sua indefesa cabeça. Aí, vem as dores de cabeça, coluna, insônia, mau-humor e etc. Tem gente que não come e tem gente que come demais. Uns entram em depressão outros caem na gargalhada.
O ser humano tem um código genético basicamente parecido. O que muda são as características físicas, mas temos todos, as mesmas quantidades de alelos. Essas características que nos diferenciam uns dos outros é que fazem (graças a Deus) sermos únicos. Eu sou eu, você é você. Deve ser por isso que é tão difícil nós nos adaptarmos e aceitarmos as pessoas como elas são.
Temos personalidades completamente diferentes, podemos até parecermos em algumas coisas, termos gostos parecidos, mas iguais mesmo, nem gêmeos.
Difícil mesmo é convencer a sua roda de amigos que você apesar de ser como é, com uma personalidade complicada, ainda assim é uma pessoa boa.
Mas aí é que está o X da questão. Você não precisa convencer ninguém. Até porque você também tem que aceitar seu coleguinha como ele é. Isso é uma troca justa.
Talvez... Porque aceitar o outro se o outro não me aceita? Lá virei Madre Tereza de Calcutá? Mas enfim, a lei da boa convivência, da moral e dos bons costumes me diz ao contrário. Fazer o que?
O único problema, que é uma coisinha assim bem bobinha mesmo, assim uma “coisiquinha” bem minúscula, é que a qualquer momento eu vou é ter vontade de pular na jugular de alguém!!!!!!!!!!! A vou sim! Vou estourar igualzinha a bomba atômica, bem concentrada e poderosa.
Voltando a paz quero dizer que a boa vontade de pelo menos tentar ser um ser de luz, um ser elevado, quase sentado ao lado de Deus, já vale o preço. Afinal é mais um degrau na subida aos céus. Fazer o que?
Eu não sou santa então é melhor eu tentar ser um querubim. Mas está achando que é fácil. O que tem de gente querendo te ver por baixo é maior que a quantidade daquelas que te querem por cima e isso tirando os suspeitos (mãe, pai e marido).
Será que as pessoas têm inveja daquilo que não podem ser? Acho que conheci gente demais que não gosta de como sou. Talvez porque eu seja diferente, talvez porque não tenham coragem de ser diferentes.
O que importa é que eu sou, você é e cada um por si. Eu sou que nem o Brasil: Ama-me ou deixe-me!
Beijinhos

Sorte! É prá quem quer!

Que sorte a minha!!!!!!!!!!!!!! Conhecer pessoas como vocês. Que sorte a minha morar onde moro e ter morado onde já morei. Puxa! Como diria a mamy: “Ô garota de sorte!”.
Um dia por aí comentei que iria falar sobre a breve passagem da sorte. É isso mesmo breve. Sorte é a gente quem faz. Funciona assim.
De repente uma oportunidade bate a sua porta, as dificuldades são muitas, é longe da família, dos amigos, das coisas que conhece, difícil de chegar e difícil de sair, porém é algo que pode mudar a sua vida totalmente. Você vai? Talvez sim. Falar é fácil, quero ver na hora que realmente acontecer. Digamos que não aceite. Você está contente com sua vida. Por que ir tão longe? Aí um tempo depois você percebe que suas necessidades aumentaram e que talvez, quem sabe, tenha perdido a oportunidade da sua vida.
OK...
Outra oportunidade aparece, porém é mais complicado que da primeira vez. É em outro país. Você vai deixar essa passar também e levar o resto da vida reclamando que não tem sorte? Como eu disse a sorte é a gente quem faz. Sorte não quer dizer que você tem que ter tudo fácil na vida, ganhar na loteria, ganhar coisas ou dinheiro. O que vem fácil vai fácil. Sorte mesmo é você ter tudo isso com seu suor e saber que o sacrifício valeu à pena. Sorte é ouvir os sábios, é enxergar longe, poder andar para onde quiser e fazer como quiser. Isso é sorte. Ela bate a toda hora na nossa porta, porém alguns atendem e outros se acomodam.
Já viram quantos passam a vida reclamando que está tudo ruim e que a vida é difícil? A vida é diferente para todos, temos que pegar um caminho e seguir em frente sem medo de errar. E se errar fosse tão ruim não aprenderíamos o que é certo. Errar faz parte da vida, mas só erram aqueles que tentam, e só acertam aqueles que fazem.
E aí? Vai ficar só jogando na sorte ou vai buscar ela onde estiver? Ficar parado não faz milagre. O milagre, o maior milagre mesmo é a nossa própria vida. Não existe maior milagre que o nascimento! E que sorte a nossa podermos dizer que ainda temos vida dentro de nós suficiente para nos empurrar para as nossas aventuras em busca da sorte.
Sorte sua me conhecer e sorte a minha poder escrever.
E mais uma coisa. Ela pode passar. Opa! Passou.
Beijinhos.