

Essa vai para uma amiga que está passando pelo mais belo, dos belos momentos da vida. Ser mãe.Uma coisa eu aprendi com a minha, deve ser o momento mais feliz daquela mulher que quer realmente ser mãe, porque a minha é só me ver, que ri de orelha a orelha, tamanha é a felicidade dela. Bonito isso, não é?
Tenho visto por aí mães que gostam mesmo, mesmo, mesmo (estou frizando porque tem umas que tiveram filhos e só gostam porque agora já era, foi). Mães tinham que ganhar prêmios todo fim de semana, não só no dia das mães. Elas são tão dedicadas e amorosas que chegam a sufocar a gente. Sabe aquelas mães que vêem um sujinho no seu rosto, passam a língua nos dedos e metem na sua cara para limpar? OK. Mãe é mãe. Mas quando você já tem quase quarenta... É demais. Dizem que para essas mães o filho nunca cresce. Será? Ou será que eu nunca vou crescer porque não posso ter filhos? Aí minha mamãe querida me compensa com o amor que seria dos netos. Adotar é complicado vocês nem queiram saber... Ui. Mas eu amo quando minha mãe está por perto. Colinho, chamego, até meus peripaques passam, é uma maravilha, fico boa loguinho.
Ser mãe não é padecer no paraíso, ser mãe é divino, é coisa de DEUS.
Essa minha amiga desejou muito isso para ela e tenho certeza que ela vai ser bobona assim. Eu vou ser a tia velha caduca que não tem filhos e vai ter que adotar os sobrinhos como seus e amá-los como tal.
Não tem importância. Eu só quero dizer a essas mães de primeira viagem que curtam muito esse momento, porque a gente cresce e a inocência acaba.
Amiga tem que ser além de tudo tia.
Beijos.











