O assunto é dívida.
Aqui na minha cidade as pessoas têm a péssima mania de fazer conta.
É conta no açougue, na mercearia, na farmácia, no mercado, na lojinha de presentes, na padaria...
Em cidade pequena é assim. Os vendedores, que na maior parte são os próprios donos, eles oferecem para você fazer conta. Vem com aquele papo: “Pode levar, depois você paga.”
Aí vocês já sabem o que acontece... A fulana que naquele momento não tem dinheiro acha que depois vai ter e deixa na conta. Até aí pode ser, se ela voltar para pagar essa dívida. Pior é que não acontece assim. Isso vira um mau hábito. Vai a outra loja e faz a mesma cara... Vem o dono fica com pena e oferece. Outra dívida. E assim a fulana vai levando a vida.
Isso acaba virando uma bola de neve. Quando vê já está devendo para a cidade toda.
Tem uns caras-de-pau. São os que fazem a maior pose e no fundo tem conta na cidade inteira. Devem até a alma e pagam tudo para os colegas, mas tudo que compram deixam “pendurado”. Devem ao banco e ainda acham que o banco tem obrigação de ficar “bancando” suas dívidas.
A culpa é do povo que mora na cidade pequena. Conhecem todos, sabem onde moram, com quem andam, aonde vão. Gente de cidade pequena conhece todo mundo.
O problema mesmo é achar que pode ficar devendo a todo mundo. Não sabemos o dia de amanhã.
Economia tinha que ser ensinada na escola. Não dever a ninguém. Juntar para poder comprar à vista o que quer.
Porém, 98% da população deve a alguém. Eu sempre digo que só compro o que posso pagar. Se não posso comprar, espero até ter o dinheiro necessário.
E vou levando a vida assim. Pelo menos eu consigo dormir tranqüila.
Beijocas.
Aqui na minha cidade as pessoas têm a péssima mania de fazer conta.
É conta no açougue, na mercearia, na farmácia, no mercado, na lojinha de presentes, na padaria...
Em cidade pequena é assim. Os vendedores, que na maior parte são os próprios donos, eles oferecem para você fazer conta. Vem com aquele papo: “Pode levar, depois você paga.”
Aí vocês já sabem o que acontece... A fulana que naquele momento não tem dinheiro acha que depois vai ter e deixa na conta. Até aí pode ser, se ela voltar para pagar essa dívida. Pior é que não acontece assim. Isso vira um mau hábito. Vai a outra loja e faz a mesma cara... Vem o dono fica com pena e oferece. Outra dívida. E assim a fulana vai levando a vida.
Isso acaba virando uma bola de neve. Quando vê já está devendo para a cidade toda.
Tem uns caras-de-pau. São os que fazem a maior pose e no fundo tem conta na cidade inteira. Devem até a alma e pagam tudo para os colegas, mas tudo que compram deixam “pendurado”. Devem ao banco e ainda acham que o banco tem obrigação de ficar “bancando” suas dívidas.
A culpa é do povo que mora na cidade pequena. Conhecem todos, sabem onde moram, com quem andam, aonde vão. Gente de cidade pequena conhece todo mundo.
O problema mesmo é achar que pode ficar devendo a todo mundo. Não sabemos o dia de amanhã.
Economia tinha que ser ensinada na escola. Não dever a ninguém. Juntar para poder comprar à vista o que quer.
Porém, 98% da população deve a alguém. Eu sempre digo que só compro o que posso pagar. Se não posso comprar, espero até ter o dinheiro necessário.
E vou levando a vida assim. Pelo menos eu consigo dormir tranqüila.
Beijocas.
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