“Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rolling Stones
Girava o mundo sempre a cantar as coisas lindas da América
Não era belo, mas mesmo assim havia mil garotas a fim.
Cantava Help and Ticket to ride, oh! Lady Jane and
Yesterday
Cantava viva à liberdade, mas uma carta sem esperar
Da sua guitarra o separou, fora chamado na América.
Stop! Com Rolling Stones, stop! com Beatles songs.
Mandado foi ao Vietnã, lutar com vietcongs.
Tatá-ratatá...
Era um garoto que como eu amava os Beatles e os
Rolling Stones
Girava o mundo, mas acabou, fazendo a guerra do Vietnã
Cabelos longos não usa mais, não toca a sua guitarra e
sim
Um instrumento que sempre dá a mesma nota ra-tá-tá-tá
Não tem amigos, não vê garotas, só gente morta caída
ao chão
Ao seu país não voltará, pois está morto no Vietnã.
Stop! Com Rolling Stones, stop! com Beatles songs
No peito um coração não há, mas duas medalhas sim.
Tatá-ratatá...
Ra-tá-tá-tá tá-tá”(Engenheiros do Hawaii)
Guerra! Guerrra! Gueeerrrrrraaaaa!!!
Vemos muitas pessoas falando dos horrores da guerra.
Digam-me. Qual o sentido de matar outro ser humano?
Qual a graça de você atirar em uma pessoa só porque ela não gosta da sua religião? Ou não gosta da sua cor?
Estamos passando por uma fase bem estranha. As pessoas andam mais agressivas. Bater com o carro em outro, no Rio é um perigo, você pode levar um tiro. Dar uma cortada sem querer pode ser tão ou mais perigoso. Vivemos sob o julgo do medo. Trancados em nossas casas como se fossemos nós os bandidos.
Perigos que andam ao nosso redor o tempo inteiro. Não temos mais paz. Não existe modo seguro. Se temos celular sofremos ameaças de seqüestro. Trabalhar em banco ou lugar que o dinheiro esteja de fácil acesso, lá estamos nós, morrendo de medo. Andar de ônibus não dá, de trem não dá, de carro piorou. Andar na rua depois de uma certa hora, também não é legal. As grandes cidades, nossas metrópoles, estão se tornando um campo de batalha sem nem mesmo ser dito abertamente que estamos vivendo uma guerra civil.
Os ânimos estão acalorados.
Só sei que da mesma forma que distribuímos ódio devíamos fazer em dobro pelo amor. Distribuir amor em quantidades tão grandes que ele seria espalhado pelo mundo. Porque tudo o que eu recebo de bom, eu dou em troca e em dobro.
Vamos distribuir mais amor?
Beijocas.
Girava o mundo sempre a cantar as coisas lindas da América
Não era belo, mas mesmo assim havia mil garotas a fim.
Cantava Help and Ticket to ride, oh! Lady Jane and
Yesterday
Cantava viva à liberdade, mas uma carta sem esperar
Da sua guitarra o separou, fora chamado na América.
Stop! Com Rolling Stones, stop! com Beatles songs.
Mandado foi ao Vietnã, lutar com vietcongs.
Tatá-ratatá...
Era um garoto que como eu amava os Beatles e os
Rolling Stones
Girava o mundo, mas acabou, fazendo a guerra do Vietnã
Cabelos longos não usa mais, não toca a sua guitarra e
sim
Um instrumento que sempre dá a mesma nota ra-tá-tá-tá
Não tem amigos, não vê garotas, só gente morta caída
ao chão
Ao seu país não voltará, pois está morto no Vietnã.
Stop! Com Rolling Stones, stop! com Beatles songs
No peito um coração não há, mas duas medalhas sim.
Tatá-ratatá...
Ra-tá-tá-tá tá-tá”(Engenheiros do Hawaii)
Guerra! Guerrra! Gueeerrrrrraaaaa!!!
Vemos muitas pessoas falando dos horrores da guerra.
Digam-me. Qual o sentido de matar outro ser humano?
Qual a graça de você atirar em uma pessoa só porque ela não gosta da sua religião? Ou não gosta da sua cor?
Estamos passando por uma fase bem estranha. As pessoas andam mais agressivas. Bater com o carro em outro, no Rio é um perigo, você pode levar um tiro. Dar uma cortada sem querer pode ser tão ou mais perigoso. Vivemos sob o julgo do medo. Trancados em nossas casas como se fossemos nós os bandidos.
Perigos que andam ao nosso redor o tempo inteiro. Não temos mais paz. Não existe modo seguro. Se temos celular sofremos ameaças de seqüestro. Trabalhar em banco ou lugar que o dinheiro esteja de fácil acesso, lá estamos nós, morrendo de medo. Andar de ônibus não dá, de trem não dá, de carro piorou. Andar na rua depois de uma certa hora, também não é legal. As grandes cidades, nossas metrópoles, estão se tornando um campo de batalha sem nem mesmo ser dito abertamente que estamos vivendo uma guerra civil.
Os ânimos estão acalorados.
Só sei que da mesma forma que distribuímos ódio devíamos fazer em dobro pelo amor. Distribuir amor em quantidades tão grandes que ele seria espalhado pelo mundo. Porque tudo o que eu recebo de bom, eu dou em troca e em dobro.
Vamos distribuir mais amor?
Beijocas.
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