Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Nas escolas nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam antigas lições
De morrer pela pátria e viver sem razão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Somos todos soldados, armados ou não
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Os amores na mente, as flores no chão
A certeza na frente, a história na mão
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Aprendendo e ensinando uma nova lição
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.(Geraldo Vandré)
Preciso dizer mais alguma coisa?
As eleições acabaram, mas as lutas ainda existem nas ruas. Ainda se empunham bandeiras para provar aos perdedores suas escolhas e defender seus ideais. Soltar fogos, gritar, urrar, buzinar é quase um desabafo. Não sei bem sobre o que. Talvez seja a vontade de mudar. Eu não sou o tipo de pessoa que sabe quem é quem. Não tenho a menor idéia de quem são. Se a primeira dama freqüenta o mesmo cabeleireiro que o meu, é melhor me dizer quem é, por que eu nem vou perceber e se um dos candidatos me cumprimentar vou acabar achando que é alguém que já vi em algum lugar, mas nem desconfio onde.
Não me meto nessas disputas e nem quero saber o que está por trás de tanto fanatismo e tanta euforia. Engraçado que agora tudo vai voltando ao normal. Ontem eram grupos na praça se enfrentando. Carros que eram vaiados, pessoas fazendo chacota de outras, crianças brincando de votar, adultos brincando de ser crianças.
Só ainda não entendi uma coisa... Para que serve tanto estardalhaço, se pelo o que eu saiba, o voto ainda é secreto? Será mesmo que tanta camiseta colorida prova de fato em quem votamos? Será que não existe um por aí que tem é medo de dar “a cara a tapa” e mostrar quem realmente é?
O bonito ainda é saber que nossa democracia funciona e é exemplo para o mundo.
Só queria mesmo saber quem foi o maldito inventor dos fogos para eu esganá-lo ainda nesse século. E não vem com essa que foram os chineses. Eu quero o nome. Já me ajuda. Mesmo que seja Ching-ling.
Mas a pergunta que não quer calar é... E vou perguntar sorrindo. Quem é o fulano que solta tantos fogos em cima da minha cabeça às seis e meia da manhã em plena segunda-feira? Desculpe fulano, mas imagina só se é ao contrário? Já imaginou se eu resolver colocar na sua varanda uma música que você odeia e bem alto? Será que os fogos não poderiam ser só um pouquinho e a tarde? Que mania...
E tem mais. Hoje não tem beijo para ninguém.
Esse cara aí me deixou uma fera.
Somos todos iguais braços dados ou não
Nas escolas nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam antigas lições
De morrer pela pátria e viver sem razão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Somos todos soldados, armados ou não
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Os amores na mente, as flores no chão
A certeza na frente, a história na mão
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Aprendendo e ensinando uma nova lição
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.(Geraldo Vandré)
Preciso dizer mais alguma coisa?
As eleições acabaram, mas as lutas ainda existem nas ruas. Ainda se empunham bandeiras para provar aos perdedores suas escolhas e defender seus ideais. Soltar fogos, gritar, urrar, buzinar é quase um desabafo. Não sei bem sobre o que. Talvez seja a vontade de mudar. Eu não sou o tipo de pessoa que sabe quem é quem. Não tenho a menor idéia de quem são. Se a primeira dama freqüenta o mesmo cabeleireiro que o meu, é melhor me dizer quem é, por que eu nem vou perceber e se um dos candidatos me cumprimentar vou acabar achando que é alguém que já vi em algum lugar, mas nem desconfio onde.
Não me meto nessas disputas e nem quero saber o que está por trás de tanto fanatismo e tanta euforia. Engraçado que agora tudo vai voltando ao normal. Ontem eram grupos na praça se enfrentando. Carros que eram vaiados, pessoas fazendo chacota de outras, crianças brincando de votar, adultos brincando de ser crianças.
Só ainda não entendi uma coisa... Para que serve tanto estardalhaço, se pelo o que eu saiba, o voto ainda é secreto? Será mesmo que tanta camiseta colorida prova de fato em quem votamos? Será que não existe um por aí que tem é medo de dar “a cara a tapa” e mostrar quem realmente é?
O bonito ainda é saber que nossa democracia funciona e é exemplo para o mundo.
Só queria mesmo saber quem foi o maldito inventor dos fogos para eu esganá-lo ainda nesse século. E não vem com essa que foram os chineses. Eu quero o nome. Já me ajuda. Mesmo que seja Ching-ling.
Mas a pergunta que não quer calar é... E vou perguntar sorrindo. Quem é o fulano que solta tantos fogos em cima da minha cabeça às seis e meia da manhã em plena segunda-feira? Desculpe fulano, mas imagina só se é ao contrário? Já imaginou se eu resolver colocar na sua varanda uma música que você odeia e bem alto? Será que os fogos não poderiam ser só um pouquinho e a tarde? Que mania...
E tem mais. Hoje não tem beijo para ninguém.
Esse cara aí me deixou uma fera.
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