domingo, 7 de dezembro de 2008

Caguei...

Atenção todos aqueles que sofrem de algum mal do coração, tem enjôo com facilidade, vomitam ou se sentem constrangidos com assuntos escatológicos. Parem de ler esta coluna agora mesmo antes que seja tarde... Ô, pára... Deixa de ser curioso... Quanta besteira passou pela sua cabeça?
Vai parar ou não vai? Vou falar e nem quero saber se tem alguém lendo. Aliás, acho melhor pegar o jornal e ir para o banheiro. É mais seguro. Está achando que eu não tenho coragem? Estou falando super, hiper, mega, sério.
Quem não tem um nome engraçado para defecar? Que lindo... Até parece que sou educada assim... Hoje no curso de teatro ouvi coisas muito doidas.
Vejamos: Soltar um barro, fazer um boneco, pintar a louça, cortar o rabo do macaco, mandar o primo do interior para o rio (essa é mára), passar um fax, deixar o castor sair da toca, soltar o mergulhador, trato na louça, fazer um clone, submarino cubano, braço da Alcione e o normal, dar uma cagada. Isso se for normal, se for mais aguado os nomes podem mudar: fazer um pântano, areia movediça, ficar igual jibóia, brincar de planta... E por aí vai.
O mais doido é que isso tudo que falei é tudo muito normal, mas parece feio. E falar palavrão ou palavras de baixo calão é feio, mas é normal.
Vai entender essa gente. Tem vergonha de cagar, mas não de xingar.
Beijocas

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