

Sei que o dia das mães já passou... Mas como diz a minha, mãe deveria ser homenageada todos os dias, afinal são nove meses dentro dela e um filho para o resto da vida.
Mas minha mãe não precisa de mais elogios, ela sabe que é o máximo. Uma mulher forte, decidida, bonita, realizada, casada, feliz, enfim tudo o que uma mulher pode desejar. Eu quero é falar de outras mulheres tão fortes e tão mães quanto a minha. Se depender da minha eu volto para casa. E tem mãe que é assim. Quer o filho ali sempre juntinho. Parece que a gente não cresce nunca, somos eternos bebês desprotegidos e o mundo pode nos devorar a qualquer momento. Engraçado isso. Sinto-me como um coelhinho assustado, perdida na floresta.
Tem filhos que correspondem, mas tem os que não. Porém hoje o dia é para coisas boas. Os filhos que amam suas mães. E as supermães que andam por aí.
Na verdade eu queria falar especificamente de duas criaturas maravilhosas que aconteceram na minha vida. Devo a vida a minha mãe, mas a minha sobrevivência quando criança, digo criança mesmo, tipo dois, três anos, eu devo a elas.
Solange e Hermínia. Essas duas, desprovidas de qualquer empecilho, se comoveram com situação em que vivíamos e ajudaram a minha mãe tomando conta de mim. E o mais importante, não eram empregadas ou babás, eram donas de casa com marido, recém casadas, sem filhos, eu os substitui nesse período. Uma veio após a outra. Depois que se acostumaram a minha presença elas tiveram filhos, as duas tem dois a Tia Solange duas meninas, hoje já formadas, e a Hermínia tem um casal, hoje também já formados e todos seguindo suas vidas. Não sei se eles sabem mas suas mães ajudaram uma família.
Minha mãe e meu pai trabalhavam muito, meu pai tinha dois empregos e minha mãe trabalhava fora e fazia coisas para vender e ajudar nas despesas. Eu não tinha idade escolar e não tinha parentes que pudessem ficar comigo muito tempo, minhas tias, que sei me amavam muito, ficavam pouco comigo, pois moravam muito longe, o resto é o resto. Então essas duas, para que eu não ficasse com um desconhecido ou mesmo sozinha em casa, me pegavam cedinho e tomavam conta de mim. Deram muita sorte, pois eu era muito quieta. Quando cresci mais um pouco a tia Solange virou minha professora do primeiro ano. Mas logo mudei de colégio e fui para um semi-interno, até porque meus irmãozinhos postiços já estavam vindo por aí...
O que quero dizer é que vocês duas são fantásticas. Mais que mães, mais que amigas, vocês são meus anjos da guarda e depois de 30 anos ainda estão na minha vida e no meu coração. Muito obrigada, o dia das mães é de vocês que foram mães sem nem mesmo o serem de verdade.
E claro, a todas essas mulheres que podem não ser, mas que são como se fossem mães, a essas que criam seus sobrinhos, netos, adotados, enfim a essas mãezonas meu muito obrigada!
Beijocas.
Mas minha mãe não precisa de mais elogios, ela sabe que é o máximo. Uma mulher forte, decidida, bonita, realizada, casada, feliz, enfim tudo o que uma mulher pode desejar. Eu quero é falar de outras mulheres tão fortes e tão mães quanto a minha. Se depender da minha eu volto para casa. E tem mãe que é assim. Quer o filho ali sempre juntinho. Parece que a gente não cresce nunca, somos eternos bebês desprotegidos e o mundo pode nos devorar a qualquer momento. Engraçado isso. Sinto-me como um coelhinho assustado, perdida na floresta.
Tem filhos que correspondem, mas tem os que não. Porém hoje o dia é para coisas boas. Os filhos que amam suas mães. E as supermães que andam por aí.
Na verdade eu queria falar especificamente de duas criaturas maravilhosas que aconteceram na minha vida. Devo a vida a minha mãe, mas a minha sobrevivência quando criança, digo criança mesmo, tipo dois, três anos, eu devo a elas.
Solange e Hermínia. Essas duas, desprovidas de qualquer empecilho, se comoveram com situação em que vivíamos e ajudaram a minha mãe tomando conta de mim. E o mais importante, não eram empregadas ou babás, eram donas de casa com marido, recém casadas, sem filhos, eu os substitui nesse período. Uma veio após a outra. Depois que se acostumaram a minha presença elas tiveram filhos, as duas tem dois a Tia Solange duas meninas, hoje já formadas, e a Hermínia tem um casal, hoje também já formados e todos seguindo suas vidas. Não sei se eles sabem mas suas mães ajudaram uma família.
Minha mãe e meu pai trabalhavam muito, meu pai tinha dois empregos e minha mãe trabalhava fora e fazia coisas para vender e ajudar nas despesas. Eu não tinha idade escolar e não tinha parentes que pudessem ficar comigo muito tempo, minhas tias, que sei me amavam muito, ficavam pouco comigo, pois moravam muito longe, o resto é o resto. Então essas duas, para que eu não ficasse com um desconhecido ou mesmo sozinha em casa, me pegavam cedinho e tomavam conta de mim. Deram muita sorte, pois eu era muito quieta. Quando cresci mais um pouco a tia Solange virou minha professora do primeiro ano. Mas logo mudei de colégio e fui para um semi-interno, até porque meus irmãozinhos postiços já estavam vindo por aí...
O que quero dizer é que vocês duas são fantásticas. Mais que mães, mais que amigas, vocês são meus anjos da guarda e depois de 30 anos ainda estão na minha vida e no meu coração. Muito obrigada, o dia das mães é de vocês que foram mães sem nem mesmo o serem de verdade.
E claro, a todas essas mulheres que podem não ser, mas que são como se fossem mães, a essas que criam seus sobrinhos, netos, adotados, enfim a essas mãezonas meu muito obrigada!
Beijocas.
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